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sábado, 30 de julho de 2016

Padre Fernando será o novo Pároco da Paróquia de Padre Marcos

padre Fernando Amando de Sousa
O padre Fernando Amando de Sousa, de 28 anos, será o novo pároco da Paróquia de Santo Antônio, sediada em Padre Marcos, e que compreende,também, os municípios de Belém do Piauí, Francisco Macedo e Alegrete do Piauí.
O anúncio foi feito na noite desta sexta-feira, 29, pelo bispo da Diocese de Picos, Dom Plínio José, após a missa de ordenação de dois novos padres realizada na cidade de Patos do Piauí. Fernando que será o quarto pároco à frente da Paróquia tomará posse no dia 26 de agosto, e vai suceder o padre Wagner Carvalho.
Fernando é natural do município de Patos do Piauí, filho de família simples e humilde. Seus pais são Amando Jerônimo de Sousa e Germana de Jesus Carvalho. Ele estudou de 1992 a 1998 na Unidade Escolar Pio Francisco de Sousa, na sua comunidade de origem, Capim.  De 1999 a 2002 cursou o Ensino Fundamental II na Unidade Escolar Cicero José da Costa, no Povoado Cajueiro.
Em 2006, aos 19 anos, decidiu entrar para o Seminário Menor São José, em Picos, onde cursou o Ensino Médio, concluindo em 2008 no Instituto Monsenhor Hipólito. Cursou Licenciatura em Filosofia e Bacharel em Teologia no Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí, em Teresina, no período de 2009 a 2015.
Em janeiro de 2016, dez anos depois, Fernando foi ordenado diácono, título dado ao primeiro grau da Ordem do Sacramento, pertencente à Igreja Católica. Durante seis meses cumpriu seu estágio diaconal na Paróquia de São Simão, em Simões, acompanhado pelo padre Miguel Feitosa. Na noite desta sexta-feira, foi ordenado padre em uma missa que reuniu milhares de pessoas de várias cidades da região.
Fonte 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Governo Temer reduz verba para seca no Piauí e Defesa irá contestar decisão



O secretário Estadual de Defesa Civil, Hélio Isaias, negou nesta terça-feira (26) que o governo do Piauí ficou fora do rateio de recursos para ações emergenciais de combate à seca. No entanto, o secretário revelou que o governo Temer reduziu de R$ 60 milhões – valor pedido pelo Piauí – para R$ 24 milhões a verba para combater a forte estiagem no Estado.

O Piauí enfrenta uma das piores secas dos últimos anos. Um total de 127 municípios decretou situação de emergência. Mais de 60% da safra já se perdeu em vários municípios do semiárido.

Semana passada, foi noticiado que o Piauí estaria fora da medida provisória que será lançada pelo presidente Michel Temer no valor de R$ 730 milhões para ações emergenciais da seca. O secretário nega a informação.

“Essa informação tem um fundo maldoso”, disse Hélio Isaias sobre a história do Piauí não ser contemplado com a Medida Provisória da seca.

O secretário contou que antes do afastamento da presidente Dilma Rousseff, ela deixou a Medida Provisória pronta e o Piauí mais seis Estados seriam beneficiados.

No entanto, o governo Temer por precaução, pra evitar ações judiciais, pediu um parecer do Tribunal de Contas da União. O medo do presidente é que a oposição poderia fazer acusações ou mesmo pedido de impeachment como fez com Dilma.

“Há um mês estivemos no Ministério da Integração e o ministro nos garantiu que o Piauí seria contemplado com a Medida Provisória, no entanto os recursos foram reduzidos. Pedimos R$ 60 milhões e só foi incluído R$ 24 milhões. É pouco e iremos reivindicar mais”, disse o secretário.

Hélio Isaias criticou a decisão do governo de burocratizar medidas que são emergenciais para os estados.

Segundo o secretário, O TCU já autorizou a liberação dos recursos e o governo aguarda publicação no Diário Oficial da União.

Fonte: Cidade Verde

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Convenção vai homologar candidaturas de Nonato Alencar e Pereira para prefeito e vice


Nonato Alencar e Pereira pré-candidatos a Prefeito e Vice

O grupo político da situação em Francisco Macedo irá realizar dia 31 de julho a convenção que vai homologar as candidaturas de Nonato Alencar (PSB), e de Jose Pereira (PSDB) prefeito e vice, Respectivamente. O evento terá início às 16 horas, no Auditório Francisco das Chagas Alencar.  

Além da chapa majoritária, também serão homologadas 10 candidaturas a vereador, pela aliança partidária formada pelos partidos PSB, PSDB, PT, PP e PR, que será denominada “Coligação Respeito e Gratidão ao Povo”.

O evento político partidário vai contar com a presença de diversas lideranças políticas municipais, regionais e estaduais. Já estão confirmadas as presenças do ex-governador do Piauí, Wilson Martins, deputado federal Rodrigo Martins, e o  deputado estadual Rubens Martins.


terça-feira, 26 de julho de 2016

Onix e Prisma mudam de cara e ficam 'ecológicos' por R$ 44.890

A General Motors tenta desviar dos erros de Volkswagen e Fiat, que demoraram a agir e viram best sellers como Gol e Palio sucumbirem frente às novidades. Assim, a gigante americana apresenta nesta terça-feira (26) reestilização mais pesada para os compactos Chevrolet Onix e Prisma.
Enquanto o hatchback parte de R$ 44.890 na configuração LT 1.0 manual, o sedã começa em R$ 53.690 na LT já com motor 1.4. Produção em Gravataí (RS) já foi iniciada, e vendas serão iniciadas ainda esta semana. Veja detalhes no álbum.
No visual, os modelos assumem a identidade global da Chevrolet, já vistos nos sedãs Cobalt e Cruze e nos utilitários S10 e Trailblazer: capô alongado, inclinado e com vincos maiores; grade mais larga e integrada aos faróis; para-choques com vincos acentuados; faróis mais delgados e com luz de posição de LED (nas versões mais caras). Traseira mantém desenho, recebendo lanternas internamente redesenhadas.
O hatch chega ao mercado com motores 1.0 ou 1.4 recalibrados, além de três versões: LT, LTZ e a inédita Activ, aventureira antecipada por UOL Carros. Nas próximas semanas será lançada também uma versão pé-de-boi, também anunciada por UOL Carros, cujo nome e especificações ainda não foram revelados, mas que deve manter o desenho do Onix antigo.
Confira abaixo a lista de versões, preços e equipamentos do hatch Onix:
+ Chevrolet Onix LT 2017 1.0: R$ 44.890
Faróis com máscara negra; rodas de aço aro 14 com calota; OnStar Safe (serviços de diagnóstico, app/web e segurança); ar-condicionado manual; travas elétricas; vidros dianteiros elétricos com função "um-toque"; painel com velocímetro digital, bússola e alerta de mudança de marcha; sistema de áudio com Bluetooth e entrada USB; banco do motorista com regulagem de altura; cintos dianteiros com regulagem de altura e aviso sonoro para não afivelamento; limpador e desembaçador do vidro traseiro.
Opcionais: pacote com acabamento interno em dois tons (preto e cinza); central MyLink; volante multifuncional; luz de cortesia no porta-luvas; porta-malas com abertura na chave; OnStar Protect (inclui serviço de emergência e comandos no retrovisor interno) -- R$ 46.290.
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+ Chevrolet Onix LT 2017 1.4: R$ 49.590
Todos os itens da versão 1.0, mais: central MyLink; abertura do porta-malas bor botão na chave; OnStar com pacote Protect (monitoramento de rota; recuperação veicular, diagnóstico, emergência e resposta automática a acidentes); coluna de direção com regulagem de altura; sensor de estacionamento traseiro; rodas de aço com calota aro 15.
Opcionais: pacote com câmbio automático de seis velocidades, piloto automático e revestimento interno com faixas externas em couro sintético e faixas internas em alto relevo -- R$ 54.790.
+ Chevrolet Onix LTZ 2017 1.4: R$ 54.490
Todos os itens da versão LT 1.4, mais: faróis com guia de LED; faróis de neblina; retrovisores externos elétricos; rodas de liga leve aro 15 com acabamento em dois tons; OnStar Exclusive (diagnóstico, app/web, segurança, emergência, concièrge e navegação); computador de bordo com cinco funções (consumo médio, velocidade média, autonomia, temperatura externa e cronômetro); vidros traseiros elétricos com função um-toque; bancos com tecido de alto relevo; detalhes cromados.
Opcionais: pacote com câmbio automático de seis velocidades, piloto automático -- R$ 59.790.
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+ Chevrolet Onix Activ 2017 1.4: preço ainda não divulgado
Todos os itens da versão LTZ, mais: câmera de ré; sensor de chuva; piloto automático mesmo para a configuração manual; porta-malas com abertura na chave; central MyLink; OnStar Protect (inclui serviço de emergência e comandos no retrovisor interno); opção de pintura exclusiva em laranja; apliques de plásticos em preto e cinza que simulam protetores e estribos nas laterais, caixas de rodas e para-choques; barras de teto em forma de "U"; acabamento interno com faixas do painel, portas e banco em laranja.
Opcionais: pacote com transmissão automática (preço ainda não divulgado).
Sedã com gama enxuta
Para o Prisma, que por enquanto usará apenas motor 1.4 -- configuração "mil" deve chegar em breve --, os equipamentos para as versões LT e LTZ são os mesmos das versões do Onix.
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Além das mudanças visuais e de acabamento do hatch, o três-volumes receberá nova tampa do porta-malas, com quina ressaltada emulando um spoiler, mais desenhos de alto relevo exclusivos para as faixas centrais dos bancos nas versões de topo. Confira os preços:
+ Chevrolet Prisma LT 2017 1.4: R$ 53.690
Opcionais: câmbio automático de seis velocidades, revestimento em couro sintético do volante -- R$ 58.990.
+ Chevrolet Prisma LTZ 2017 1.4: R$ 58.690.
Opcionais: câmbio automático de seis velocidades; piloto automático; manopla do câmbio e console central em preto brilhante -- R$ 64.690.
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Tecnologia e segurança
Sistema OnStar é a estrela dos novos modelos: de série em todas as versões, mas com três diferentes pacotes de serviços, estreia o serviço de diagnóstico, já existente nos EUA.
Ele permite ao usuário consultar dados de quilometragem percorrida e pressão dos pneus por meio de aplicativo no celular, incluindo relatórios mensais.
Central multimídia é a MyLink de segunda geração, a mesma de Cobalt, Cruze e S10, também um ganho para os compactos: projeta celulares via Apple CarPlay ou Android Auto (MirrorLink não é utilizado pela fabricante) e usa tela multitátil de 7 polegadas, que permite reorganizar ícones e comandos.
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Há uma melhora considerável: agora existe um prático conjunto de botões à direita da tela para mexer no volume do áudio, trocar as estações de rádio ou ir para a página principal do sistema sem depender de comandos puramente virtuais.
Novos grafismos do quadro de instrumentos, porta-óculos no lugar da alça de apoio do motorista e acabamento em preto brilhante para raio inferior e manopla do câmbio (antes era em cromo acetinado), além de melhorias no sistema de ventilação, painéis das portas e assentos, são outras mudanças.
Cadê o "ecológico"?
A GM vem cumprindo à risca a promessa de "ignorar a modinha dos 3-cilindros" -- já seguida por HB20, Gol, up!, Fox, Ka, Fiesta, March e, em breve, Uno e Sandero -- e manteve a mesma motorização para o Onix: 1.0 e 1.4 bicombustíveis. No Prisma, há apenas o 1.4.
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O lema foi trabalhar para otimizar a eficiência dos produtos já existentes -- e se adequar à última fase do Inovar-Auto, que exigirá índices cada vez melhores de consumo -- sem precisar investir pesado num motor totalmente novo.
O lado ruim é que esta família já é um tanto antiga. Prova disso é a permanência do cada vez mais obsoleto tanquinho de partida a frio. A GM, porém, garante ter feito modificações que a deixaram até 18% mais econômica, no caso do Onix, e 22% para o Prisma. São números consideráveis, pelo menos em teoria.
Toda essa filosofia atende pelo nome "Eco", inclusive com adesivos colados nas tampas dos porta-malas dos carros.
As mudanças incluem a adoção de: direção elétrica; câmbio manual de seis marchas (a última funciona apenas para reduzir giros, ruídos e, consequentemente, consumo), aviso de troca de marchas no quadro de instrumentos; transmissão automática recalibrada nas versões de topo; pneus verdes; mudanças em conjuntos de suspensões (rebaixadas em 1 cm) e freios (reposicionados para maior refino aerodinâmico); e carroceria 32 e 34 quilos mais leve, respectivamente para Onix e Prisma.
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Os propulsores, em si, receberam pistões, bielas e anéis mais leves, novo sistema de arrefecimento e módulo eletrônico mais ágil. Além disso, passam a operar com óleo de viscosidade mais baixa.
Com todas essas alterações, que a permitiram "fugir" da troca por uma geração menor e mais moderna de motores, a GM afirma ter alcançado nota A no programa de etiquetagem do Inmetro, com índices de consumo para o Onix 1.4 manual estimados em 12,5/14,9 km/l (cidade/estrada com gasolina) e 8,6/10,2 km/l (etanol). No caso do Prisma os dados são 12,8/15,4 km/l e 8,8/10,7 km/l, respectivamente nos mesmos ciclos.
A fabricante segurou os dados da variante 1.0 alegando que irá divulgá-los posteriormante, mas garantiu que ele também terá nota A e será "referência em consumo".
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Fonte: 180 graus, com informações do UOL

Iata diz que a convenção do PSB em Picos-PI será no dia (31) e o partido poderá tomar novo rumo

A base aliada esta impondo condições para uma possível coligação, e isso tem deixado os partidários bastante chateados
Vereador e Presidente do Diretório Municipal do PSB de Picos, Iata Anderson

O PSB da cidade de Picos marcou sua convenção municipal para o dia (31) desse mês no plenário da câmara municipal, onde acontecerá a escolha dos candidatos a vereador pela sigla para concorrer às eleições municipais do dia (02) de outubro a partir das 09: horas da manhã.

Segundo informou o presidente do diretório municipal de Picos vereador Iata Anderson, hoje a maior dificuldade dentro da base aliada do prefeito Padre Walmir Lima (PT), com quem o PSB faz parte, é exatamente os outros partidos como o PSL do vereador Maté, o PC do B, PSD e outros partidos principalmente para a formação da coligação proporcional, o que tem irritado muita gente, disse.

Iata disse ainda que apesar da boa relação com o prefeito Padre Walmir, a base aliada não esta se entendendo para as coligações proporcionais, e com isso muita coisa pode acontecer até o dia da convenção, embora o edital já tenha sido baixado, mas, da forma como vem ocorrendo pode gerar muitos desconfortos dentro da base, o que não é bom, salientou ele.

O vereador falou que esse tipo de problema não levará a lugar nenhum, o que não é bom para o grupo, e de acordo com o mesmo, o PSB é um partido grande a nível estadual, e em Picos esta menor por problemas de interesses particulares de seus membros, todavia, que continuar crescendo e que sem sombra de dúvida se somará a qualquer um outro numa eventual coligação.

“Eu não posso forçar a ninguém me querer, nós estamos próximos de uma convenção e posso inclusive me prejudicar por causa disso sem ter condições de concorrer às eleições, aí conversando com os filiados e simpatizantes do partido vamos fazer nossa convenção independente dos demais partidos e tomarmos nossas próprias decisões, e nesse dia o partido decidirá que rumo tomar nas eleições municipais desse ano”, disse Iata.

Ele informou que depois de tudo que o partido fez em apoiar a administração do Padre Walmir com quem tem uma boa relação, a base aliada esta impondo condições para uma possível coligação, e isso tem deixado os partidários bastante chateados, frisou.




























Fonte: AgoraED

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Para Meirelles, se o Congresso não aprovar teto de gastos vai ter aumento de imposto

Na busca do apoio dos aliados para vencer as batalhas do ajuste fiscal na Câmara e no Senado o presidente interino está apressando as nomeações no governo e a liberação dos recursos para as emendas parlamentares.
Esta é a semana decisiva para o presidente-interino Michel Temer ajustar-se com os partidos de seu esquema de sustentação política no Congresso Nacional e criar as condições para a aprovação de algumas medidas de reestruturação das contas federais, essenciais para a retomada sustentada do crescimento.

Estão na lista a Desvinculação das Receitas da União (DRU) - já aprovada na Câmara e avançando no Senado, onde não deverá enfrentar dificuldades -, a renegociação da dívida dos estados com a União e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto de Gastos, estas duas últimas mais complicadas.

Para isso, Temer e seus operadores políticos estão apressando desde a semana passada os “incentivos” do governo aos partidos coletivamente e aos deputados e senadores individualmente: a liberação das verbas parlamentares e as nomeações para postos de valor no segundo escalão na administração direta, em estatais e em órgãos da administração indireta.

A disputa por esses postos está acirradíssima, como era de se esperar: conforme reportagem de “O Estado de S. Paulo” domingo, para doze diretorias na Caixa Econômica Federal os partidos e políticos entregaram ao Palácio do Planalto indicações de nada menos de 50 nomes.

Sem este “doping” e com as eleições municipais aquecidas após a definição oficial dos candidatos, será difícil para o governo encher os plenários da Câmara e do Senado com frequência. Experiente, o novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para evitar o vazio quase total em Brasília está propondo que os deputados, a partir de agosto até o fim do segundo turno, façam dois dias de esforço concentrado – fiquem segunda-feira e terça-feira em Brasília e passem o restante da semana cuidando de seus eleitores.

O governo está precisando mesmo dar alguns sinais mais concretos à sociedade e aos empresários e investidores de que tem agora ascendência sobre o Congresso e pode aprovar as medidas de ajuste fiscal e para a reorganização da economia. Temer não tem crédito ilimitado.

O déficit fiscal pode

ultrapassar R$ 180 bilhões

Ainda mais diante dos sinais de divergências na última semana entre a facção política e o lado econômico de seu governo na crucial questão do controle das contas públicas, que culminou na sexta-feira com a decisão de não cortar, por enquanto, mais R$ 20 bilhões no Orçamento deste ano, preventivamente.

Ficaram evidentes as dificuldades para ceifar despesas. A solução foi liberar R$ 16,5 bilhões de uma reserva estratégica de R$ 18,1 bilhões, acertada dois meses atrás, para casos de emergência. De outra forma, o déficit orçamentário de R$ 170,5 bilhões saltaria para R$ 187 bilhões. O “Valor Econômico” diz que o déficit final do setor público deverá ultrapassar de fato os R$ 180 bilhões este ano.

Essa situação torna cada vez mais inevitável, segundo a maior parte dos analistas, que o governo recorra também a um aumento de impostos para dar conta de suas contas. Foi o que admitiu o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo”de hoje. Segundo ele, o reajuste de tributos virá se a proposta do teto de despesas não passar. Nas circunstanciais atuais, virá mesmo com o teto.

As medidas consideradas mais “duras”, mais “impopulares”, como a reforma da Previdência e a reforma trabalhista, já foram definitivamente adiadas para o pós-eleição municipal. Ou seja, na prática, somente serão discutidas e votadas em 2017.

Sobre a repatriação de capitais brasileiros no Exterior, uma das apostas do governo para engordar seu cofre, Meirelles disse que “os recursos começarão a entrar quando as pessoas perceberam que não haverá mudanças de regras”. Disse ainda que no momento não pretende mexer na desoneração da folha de pagamento. Não mostrou entusiasmo com um novo Refis.

Aventurando-se pela política, o ministro lembrou que o fim da incerteza que o impeachment ainda esta gerando “permitirá uma recuperação maior e mais rápida” da economia. Para o presidente do Banco Central, Ilan Goldfagn, em fala depois da reunião do G-20 neste fim de semana, o cenário globo da economia no curto prazo não é totalmente ruim para as economias emergentes.

O “Valor Econômico” traz reportagem sobre o projeto Temer “para reconstruir o Brasil” que está sendo preparado para acontecer depois do afastamento definitivo da presidente licenciada Dilma Rousseff. As prioridades foram agrupadas em cinco eixos: econômico (reequilíbrio fiscal, melhoria do ambiente de negócios, reforma previdenciária e reforma trabalhista); infraestrutura (programas de concessões, privatizações e atração de investimentos); social e cidadania (pacto social pelo emprego, programa fazer mais com menos na Saúde, salto de qualidade e gestão na educação, melhora das políticas de transferência de renda); reconexão do Brasil com o mundo (gestão de crise, emergência e grandes eventos); e gestão pública (programa de modernização do Estado e programa nacional anticorrupção).

Fonte: InFomoney
 
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